No caminho em busca da plenitude, percebe-se que a cada passo dado conhecendo-se e valorizando-se, a paz torna-se freqüentadora assídua de seus pensamentos, e ironicamente outros sentimentos evoluem proporcionalmente: O primeiro é o lisonjeiro, desejo das mulheres, o segundo, e mais divertido, é a inveja dos homens.
Ninguém é melhor ou pior que o outro, é apenas diferente. A virtude não está em cobiçar o que pertence ao próximo e sim, em conhecer e usufruir do que há de melhor em si.
"conhece-te a ti mesmo" Sócrates
"Torna-te aquilo que és" Nietszche
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Inverso
Ela é a perfeita "puta na cama e dama na sociedade", o problema é quando ela inverte os papeis!!
domingo, 15 de novembro de 2009
Essa é pra você...
Percebemos que gostamos demais de algumas pessoas quando ao vê-las serem derrotadas pelas próprias fraqueza, não só nos irritamos como nos decepcionamos e mais do que isso, sofremos!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Enjoy the Silence
Voltei a dar aulas, e voltei a vivenciar a realidade dos meus alunos.
Ela era violentada pelo namorado da mãe, que acusava o avô da menina para proteger o homem que amava...
Ele viu as duas irmãs serem assassinadas e depois terem o corpo incendiado...
Ele é o 6º ou 7º irmão, bom, sei que a mãe mesmo grávida do 8º filho ainda é espancada pelo marido e fugiu para um abrigo carregando as crianças com ela...
Ela é filha de pais separados e ao invés de atenção, ganha presentes de todos os lados para compensar a ausência, a mãe é muito jovem e se porta como irmã, a menina já é fútil e vulgar...
Ele tem surtos de violência, espanca todos a sua volta com crueldade, chegando a pisar nas crianças ao derruba-las, dizem que foi rejeitado pela mãe...
Ele enfiou uma caneta nas costas do outro e disse "não machucou, não saiu sangue"...
Ele e ela são deficientes mentais, todos nós sabemos, mas não podemos fazer nada sem autorização dos responsáveis, e eles já estão na 3ª série, sabe-se lá como...
Parei no farol no caminho da escola, já irritado por ter acordado cedo e mesmo assim estar atrasado, o relógio marcava 7:30 da manhã, o menino veio desde o primeiro carro da fila até o último deixando um saquinho de balas pendurado no retrovisor e dando uma para cada um dos motoristas, balas recheadas com um sorriso e um "bom dia!"
E mesmo assim, nós aqui somos capazes de nos deprimirmos mas, não temos coragem de abdicar da vida.
Reclamamos pelo fim de um relacionamento, pela falta de um relacionamento, pela falta de dinheiro, reclamamos até por estarmos vivos...
As vezes sinto ódio de mim mesmo por ter uma vida tão privilegiada em comparação com a deles, queria poder trocar a minha realidade com a deles, por não achar que eu mereça a que tenho e que eles não merecem a que tem.
Me sinto culpado de não sofrer, por ter sido abandonado pelo meu pai.
Paro para refletir um pouco e penso que toda vez que vou dormir, tiro toda a roupa, deito na minha cama e não escuto nada senão o silêncio...
Será que as vozes na cabeça deles permitem o silêncio?
Nossas vidas quando perturbada pelo menor dos males parece insuportável, porém ela é muito melhor que a de muitos que talvez mereçam mais que nós, porém não podemos trocá-las, portanto se não julgar-se digno da vida que tem, a atitude mais nobre a tomar, é deixa-la.
E é por isso que nas madrugadas em que sinto o meu corpo suar aquecido, pelas telhas abafadas do quarto, vou até a varanda rendendo-me a brisa fresca e contemplo o silêncio que brinda comigo a existência à deriva.
Ela era violentada pelo namorado da mãe, que acusava o avô da menina para proteger o homem que amava...
Ele viu as duas irmãs serem assassinadas e depois terem o corpo incendiado...
Ele é o 6º ou 7º irmão, bom, sei que a mãe mesmo grávida do 8º filho ainda é espancada pelo marido e fugiu para um abrigo carregando as crianças com ela...
Ela é filha de pais separados e ao invés de atenção, ganha presentes de todos os lados para compensar a ausência, a mãe é muito jovem e se porta como irmã, a menina já é fútil e vulgar...
Ele tem surtos de violência, espanca todos a sua volta com crueldade, chegando a pisar nas crianças ao derruba-las, dizem que foi rejeitado pela mãe...
Ele enfiou uma caneta nas costas do outro e disse "não machucou, não saiu sangue"...
Ele e ela são deficientes mentais, todos nós sabemos, mas não podemos fazer nada sem autorização dos responsáveis, e eles já estão na 3ª série, sabe-se lá como...
Parei no farol no caminho da escola, já irritado por ter acordado cedo e mesmo assim estar atrasado, o relógio marcava 7:30 da manhã, o menino veio desde o primeiro carro da fila até o último deixando um saquinho de balas pendurado no retrovisor e dando uma para cada um dos motoristas, balas recheadas com um sorriso e um "bom dia!"
E mesmo assim, nós aqui somos capazes de nos deprimirmos mas, não temos coragem de abdicar da vida.
Reclamamos pelo fim de um relacionamento, pela falta de um relacionamento, pela falta de dinheiro, reclamamos até por estarmos vivos...
As vezes sinto ódio de mim mesmo por ter uma vida tão privilegiada em comparação com a deles, queria poder trocar a minha realidade com a deles, por não achar que eu mereça a que tenho e que eles não merecem a que tem.
Me sinto culpado de não sofrer, por ter sido abandonado pelo meu pai.
Paro para refletir um pouco e penso que toda vez que vou dormir, tiro toda a roupa, deito na minha cama e não escuto nada senão o silêncio...
Será que as vozes na cabeça deles permitem o silêncio?
Nossas vidas quando perturbada pelo menor dos males parece insuportável, porém ela é muito melhor que a de muitos que talvez mereçam mais que nós, porém não podemos trocá-las, portanto se não julgar-se digno da vida que tem, a atitude mais nobre a tomar, é deixa-la.
E é por isso que nas madrugadas em que sinto o meu corpo suar aquecido, pelas telhas abafadas do quarto, vou até a varanda rendendo-me a brisa fresca e contemplo o silêncio que brinda comigo a existência à deriva.
Amor mais belo e justo
O Amor mais belo e mais justo é o Platônico, onde aquele que ama não é egoísta ao ponto de expressar o seu sentimento e transferir assim a responsabilidade para aquele que é amado. Ao declarar-se, aquele que ama condena o outro ao seu amor, fazendo com que lhe reste duas opções: ser o objeto do ego aleio refutando sua própria vontade ou liberdade, para então viver em glória, ou preservar sua própria vontade e carregar sobre suas costas o peso dos malditos. Pode-se chamar assassino aquele que teve deitado em seu colo o destino de um suicida?
Mateus 27:46
Cerca da hora nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactani; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Deus meu, Deus meu, se até Cristo duvidou de seus planos, por que, não posso eu, duvidar de tua existência?
Deus meu, Deus meu, se até Cristo duvidou de seus planos, por que, não posso eu, duvidar de tua existência?
domingo, 1 de novembro de 2009
Erótico
Antes de mais nada, a olho bem nos olhos, corro os braços pelas suas costas e aperto suas costelas e lombar, com firmeza.
Puxo o seu corpo para junto do meu pra que possamos sentir a respiração um do outro, espero mais um instante (O beijo é sempre melhor quando tomado no momento inesperado, frações de segundo fazem a diferença).
A minha língua é sempre a que invade a boca, eu sinto a dela, os dentes, os lábios, o queixo...
O pescoço é uma passarela para o prazer, é usando ele que eu faço o seu corpo se arrepiar, se retorcer, tentar se defender e se entregar, eu ainda vou chegar a nuca, e a beijo deixando os lábios andarem lentamente pressionando a pele, lambendo, raspo com os dentes e roço o queixo áspero da barba mal feita...
Degusto os ombros e a clavícula, os seios eu aperto forte, lambendo os lados, os mamilos mordo até causar dor (não acho que seja a dor que cause prazer, mas sim, a sensação de alívio proporcionada ao fim dela).
Ah a pele fina das costelas parecem ter um gosto diferente, a barriga é coberta por delicados pelos que se arrepiam ao sentir o molhado da língua. Desço!
Ao chegar ao monte de Vênus, contorno o quadril e a ponho de costas pra mim, É como conduzir alguém numa dança. Exploro a lombar com carícias e num único movimento a lambo do coccix até a nuca, e prendo o seu cabelo no alto da cabeça para deixar ao alcance do meu paladar o lóbulo da orelha e poder respirar em seu ouvido...
Aperto as nádegas e as coxas (estimular a parte interna das pernas aumenta a irrigação de sangue nas regiões genitais e potencializa o prazer da mulher),pressiono o meu corpo contra o dela, pra que sinta meu calor em suas costas e a encoxo...
A cubro com meu corpo, mas desço novamente, ainda é cedo. Vou com a boca na virilha e suavemente a beijo e chupo, aquele lugar entre as pernas e as nádegas é delicioso. Enfim o seu sexo, grandes e pequenos lábios, merecem igual atenção. O clitóris é meu objeto de desejo, fricciono somente a ponta da língua de um lado para o outro e depois de baixo para cima, faço pequenos círculos em sua volta até senti-lo crescer em minha boca.
É ai que empurro o ventre para baixo e faço com que ele salte de dentre os pequenos lábios, para então prende-lo com meu lábio superior e fazer da minha língua um gancho e assim, massagear a base, e não saio dali enquanto ela não chegar ao clímax...
Esse foi o primeiro prazer, o próximo passo é penetrar...
A arrasto para perto de mim e afasto suas pernas, sem deixar de beijar seus joelhos e tornozelos...
Deito-me sobre ela, até que minha sombra a cubra inteiramente e solto o peso lentamente, encaixando, colocando aos poucos para depois tirar e logo em seguida enfiar tudo, com violência.
Movo o meu quadril em ritmos alternados, rebolo, coloco só a ponta... Aperto seu corpo, seguro os cabelos da nuca, ao sentir a sua respiração ofegante, a beijo para sufoca-la por alguns instantes...
Vamos da cama, para a mesa, para o guarda-roupas, a ponho deitada de costas, de lado...
Vê-la de quatro só aumenta a sensação de poder, puxo os seus cabelos para trás e faço deles rédeas, o pescoço se estica e facilita a entrada do ar nos pulmões...
Dou-lhe alguns tapas, e xingo (puta, vadia, safada não ofende quando dito com um sorriso nos lábios e um olhar de desejo)...
Eu não permito que me cavalgue antes de lhe proporcionar três ou mais orgasmos, o meu prazer é dar prazer...
Me deito e deixo que ela monte, agora é sua vez de sentir-se no comando. Eu relaxo a acaricio e a encaro, seguro os cabelos da franja em cima da testa, assim vejo e posso bater na sua face...
Coloco as mão em volta do seu pescoço e pressiono devagar, até que lhe falte o ar, solto para liberta-la e logo em seguida repito o gesto (o alívio seguido do enforcamento, quando próximo do orgasmo, o intensifica).
Depois de vê-la gozar perdendo o controle dos gestos, revirando os olhos, jogando os braços para traz, apertando o que estiver ao seu alcance, gritando e com o rosto e o pescoço vermelhos, eu me permito o prazer...
Deito-a ao meu lado e por alguns segundos contemplamos o sabor de nossas carnes na boca um do outro.
"O erotismo é conceder ao corpo os prestígios do espírito" George Perros
"Se há alguma coisa sagrada é o corpo humano" Walt Whitman
"Escondemos o nosso sexo e pomos a vista as mãos que roubam e matam, e a boca que jura em falso" Pietro Aretino
Puxo o seu corpo para junto do meu pra que possamos sentir a respiração um do outro, espero mais um instante (O beijo é sempre melhor quando tomado no momento inesperado, frações de segundo fazem a diferença).
A minha língua é sempre a que invade a boca, eu sinto a dela, os dentes, os lábios, o queixo...
O pescoço é uma passarela para o prazer, é usando ele que eu faço o seu corpo se arrepiar, se retorcer, tentar se defender e se entregar, eu ainda vou chegar a nuca, e a beijo deixando os lábios andarem lentamente pressionando a pele, lambendo, raspo com os dentes e roço o queixo áspero da barba mal feita...
Degusto os ombros e a clavícula, os seios eu aperto forte, lambendo os lados, os mamilos mordo até causar dor (não acho que seja a dor que cause prazer, mas sim, a sensação de alívio proporcionada ao fim dela).
Ah a pele fina das costelas parecem ter um gosto diferente, a barriga é coberta por delicados pelos que se arrepiam ao sentir o molhado da língua. Desço!
Ao chegar ao monte de Vênus, contorno o quadril e a ponho de costas pra mim, É como conduzir alguém numa dança. Exploro a lombar com carícias e num único movimento a lambo do coccix até a nuca, e prendo o seu cabelo no alto da cabeça para deixar ao alcance do meu paladar o lóbulo da orelha e poder respirar em seu ouvido...
Aperto as nádegas e as coxas (estimular a parte interna das pernas aumenta a irrigação de sangue nas regiões genitais e potencializa o prazer da mulher),pressiono o meu corpo contra o dela, pra que sinta meu calor em suas costas e a encoxo...
A cubro com meu corpo, mas desço novamente, ainda é cedo. Vou com a boca na virilha e suavemente a beijo e chupo, aquele lugar entre as pernas e as nádegas é delicioso. Enfim o seu sexo, grandes e pequenos lábios, merecem igual atenção. O clitóris é meu objeto de desejo, fricciono somente a ponta da língua de um lado para o outro e depois de baixo para cima, faço pequenos círculos em sua volta até senti-lo crescer em minha boca.
É ai que empurro o ventre para baixo e faço com que ele salte de dentre os pequenos lábios, para então prende-lo com meu lábio superior e fazer da minha língua um gancho e assim, massagear a base, e não saio dali enquanto ela não chegar ao clímax...
Esse foi o primeiro prazer, o próximo passo é penetrar...
A arrasto para perto de mim e afasto suas pernas, sem deixar de beijar seus joelhos e tornozelos...
Deito-me sobre ela, até que minha sombra a cubra inteiramente e solto o peso lentamente, encaixando, colocando aos poucos para depois tirar e logo em seguida enfiar tudo, com violência.
Movo o meu quadril em ritmos alternados, rebolo, coloco só a ponta... Aperto seu corpo, seguro os cabelos da nuca, ao sentir a sua respiração ofegante, a beijo para sufoca-la por alguns instantes...
Vamos da cama, para a mesa, para o guarda-roupas, a ponho deitada de costas, de lado...
Vê-la de quatro só aumenta a sensação de poder, puxo os seus cabelos para trás e faço deles rédeas, o pescoço se estica e facilita a entrada do ar nos pulmões...
Dou-lhe alguns tapas, e xingo (puta, vadia, safada não ofende quando dito com um sorriso nos lábios e um olhar de desejo)...
Eu não permito que me cavalgue antes de lhe proporcionar três ou mais orgasmos, o meu prazer é dar prazer...
Me deito e deixo que ela monte, agora é sua vez de sentir-se no comando. Eu relaxo a acaricio e a encaro, seguro os cabelos da franja em cima da testa, assim vejo e posso bater na sua face...
Coloco as mão em volta do seu pescoço e pressiono devagar, até que lhe falte o ar, solto para liberta-la e logo em seguida repito o gesto (o alívio seguido do enforcamento, quando próximo do orgasmo, o intensifica).
Depois de vê-la gozar perdendo o controle dos gestos, revirando os olhos, jogando os braços para traz, apertando o que estiver ao seu alcance, gritando e com o rosto e o pescoço vermelhos, eu me permito o prazer...
Deito-a ao meu lado e por alguns segundos contemplamos o sabor de nossas carnes na boca um do outro.
"O erotismo é conceder ao corpo os prestígios do espírito" George Perros
"Se há alguma coisa sagrada é o corpo humano" Walt Whitman
"Escondemos o nosso sexo e pomos a vista as mãos que roubam e matam, e a boca que jura em falso" Pietro Aretino
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