Como me faz bem ela, o beijo dela, o sorriso e o corpo dela. Me faz bem o ciúme dela, me diverte o jeito com que ela se irrita quando diminuo o que ela diz sentir por mim, me faz bem ela não ter crises existenciais, me faz bem ela não ser mimada, nem demonstrar insegurança.
Me faz bem a importância dela pra mim, tentar me por no seu lugar, tentar entende-la. Me faz bem o fato dela fazer diferença, não ser "tanto faz". Me faz bem manter os pés no chão, me faz bem ter ciúmes dela, ouvi-la dizer "meu" e não "nosso", me faz bem a autonomia dela, a nossa diferença de idade, a minha cautela e paciência.
Me faz bem não projetar, não responsabiliza-la pela minha felicidade ou não.
Me faz bem sossegar não querer mais ninguém, por nela ter tudo.
Não é a beleza, apesar de abundante, o intelecto, mesmo que crescente, a juventude, ainda que revigorante ou a inocência, não menos que sedutora.
Existe algo nela que me faz tão bem, algo invisível, indescritível, apesar de inegável. É como a gravidade ou o ar... Me faz bem esse mistério.
Me fez bem, na menina mais simples encontrar a mulher mais completa.
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