Bem, era pra escrever isso para o seu aniversário, mas, pensei bem e achei que o conteúdo não requer uma data específica, porque todo dia é um dia para celebrar.
Você me disse uma vez que aprende muita coisa comigo, eu não me acho a melhor pessoa para ensinar nada pra ninguém, mas, vejo em você alguém muito especial e por isso quero compartilhar alguns pensamentos meus, que talvez sirvam como ensinamento, pois, o papel de um professor não é ensinar um conteúdo, e sim, ensinar a aprender.
E pra isso, eu vou aproveitar o seu aniversário para te pedir algumas coisas:
Quero te pedir que continue a ser, a criança que você é, ser chamada de criança não é uma ofensa e nunca será, segundo Nietszche á ultima etapa da evolução do espírito de um ser superior ao homem, pode ser descrita como uma criança, Pablo Picasso disse, que levou a vida inteira para aprender a pintar como uma criança, as pessoas quanto mais velhas ficam (e ficar velha é sinônimo de adquirir sabedoria), mais se assemelham às crianças.
Suba a escada rolante do shopping ao contrário, cante, dance, corra, faça careta.
Só as crianças tem a liberdade de criar seus próprios valores sem se importar com o julgamento alheio, continue sendo a criança livre que você é, e jamais permita que te censurem.
Não se preocupe só em ter coisas materiais, o tesouro mais precioso a ser possuído por alguém, você já tem, é o seu caráter e essa é a melhor herança a ser deixada para os seus filhos e netos.
Não procure agradar para ser amada, as pessoas mais importantes da sua vida já te amam do jeito que você é sem pedir nada em troca, as outras amam mais amar, do que amam você (eu já te disse isso).
Faça isso também, ame o desejo a paixão, se permita, se liberte, mas, lembre-se nada no universo merece uma lágrima sequer dos seus lindos olhos verdes.
Mas, se por ventura você chorar um dia não se envergonhe, não peça desculpa, você está sendo muito forte por chorar, está sendo nobre, só as pessoas puras de coração tem a coragem de se emocionar e mostrar para o mundo.
Entenda que o importante não é o tempo que as pessoas estão ou estiveram na sua vida e sim a representatividade que tiveram, e a que você teve na vida delas (você tem muita na minha).
“Amores vêm e vão, são aves de verão”.
Você vai perceber que muitos pedidos que você fizer não vão se realizar, e então vão te anunciar a chegada de algo melhor, só pra você se conformar, mas na verdade o importante é o jeito que você recebe cada situação, pode ser como derrota, ou mudança de planos, aceite o que a vida te traz e aproveite o lado bom das coisas, isso não é conformismo, é inteligência.
Você vai perceber que muitos pedidos que você fizer vão se realizar também.
Encare a incerteza da vida, e aí você terá duas opções; ou o temor que há no incerto, ou encanto que há no mistério. (Eu sei que você vai optar pelo certo).
Não se esqueça de contar com as pessoas, que você sabe que pode contar, você vai saber quem são, vai sentir, algo lá dentro do seu peito vai te dizer.
Os anos vão se passar, não deixe para aproveitar quando já for tarde demais, divirta-se ao máximo nessa vida, não existe a certeza de uma outra, faça tudo que tem pra fazer nessa, se tiver um bônus, beleza!
Permita que essa mulher que há dentro de você cresça, cada vez mais, e se torne uma grande mulher, ela já existe e cada vez mais ela vai tomar conta de você, e sua sabedoria vai permitir que a criança que também está aí dentro, não morra nunca, vamos brincar de Peter Pan?
Comemore o seu aniversário, não só porque é o dia em que você nasceu, mas, porque foi mais um ano em que você teve em suas mãos a vida, e sobreviveu e isso não é fácil.
Enfim, tudo isso foi pra te desejar...
Um feliz hoje!
Parabéns, você merece!
Obs. Esse texto não é pra ser encarado como uma despedida, e sim o contrário...
“Oi meu nome é Virgilio, e de alguma forma, eu quero fazer parte da sua vida”.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Rsrsrsrs
No caminho em busca da plenitude, percebe-se que a cada passo dado conhecendo-se e valorizando-se, a paz torna-se freqüentadora assídua de seus pensamentos, e ironicamente outros sentimentos evoluem proporcionalmente: O primeiro é o lisonjeiro, desejo das mulheres, o segundo, e mais divertido, é a inveja dos homens.
Ninguém é melhor ou pior que o outro, é apenas diferente. A virtude não está em cobiçar o que pertence ao próximo e sim, em conhecer e usufruir do que há de melhor em si.
"conhece-te a ti mesmo" Sócrates
"Torna-te aquilo que és" Nietszche
Ninguém é melhor ou pior que o outro, é apenas diferente. A virtude não está em cobiçar o que pertence ao próximo e sim, em conhecer e usufruir do que há de melhor em si.
"conhece-te a ti mesmo" Sócrates
"Torna-te aquilo que és" Nietszche
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Inverso
Ela é a perfeita "puta na cama e dama na sociedade", o problema é quando ela inverte os papeis!!
domingo, 15 de novembro de 2009
Essa é pra você...
Percebemos que gostamos demais de algumas pessoas quando ao vê-las serem derrotadas pelas próprias fraqueza, não só nos irritamos como nos decepcionamos e mais do que isso, sofremos!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Enjoy the Silence
Voltei a dar aulas, e voltei a vivenciar a realidade dos meus alunos.
Ela era violentada pelo namorado da mãe, que acusava o avô da menina para proteger o homem que amava...
Ele viu as duas irmãs serem assassinadas e depois terem o corpo incendiado...
Ele é o 6º ou 7º irmão, bom, sei que a mãe mesmo grávida do 8º filho ainda é espancada pelo marido e fugiu para um abrigo carregando as crianças com ela...
Ela é filha de pais separados e ao invés de atenção, ganha presentes de todos os lados para compensar a ausência, a mãe é muito jovem e se porta como irmã, a menina já é fútil e vulgar...
Ele tem surtos de violência, espanca todos a sua volta com crueldade, chegando a pisar nas crianças ao derruba-las, dizem que foi rejeitado pela mãe...
Ele enfiou uma caneta nas costas do outro e disse "não machucou, não saiu sangue"...
Ele e ela são deficientes mentais, todos nós sabemos, mas não podemos fazer nada sem autorização dos responsáveis, e eles já estão na 3ª série, sabe-se lá como...
Parei no farol no caminho da escola, já irritado por ter acordado cedo e mesmo assim estar atrasado, o relógio marcava 7:30 da manhã, o menino veio desde o primeiro carro da fila até o último deixando um saquinho de balas pendurado no retrovisor e dando uma para cada um dos motoristas, balas recheadas com um sorriso e um "bom dia!"
E mesmo assim, nós aqui somos capazes de nos deprimirmos mas, não temos coragem de abdicar da vida.
Reclamamos pelo fim de um relacionamento, pela falta de um relacionamento, pela falta de dinheiro, reclamamos até por estarmos vivos...
As vezes sinto ódio de mim mesmo por ter uma vida tão privilegiada em comparação com a deles, queria poder trocar a minha realidade com a deles, por não achar que eu mereça a que tenho e que eles não merecem a que tem.
Me sinto culpado de não sofrer, por ter sido abandonado pelo meu pai.
Paro para refletir um pouco e penso que toda vez que vou dormir, tiro toda a roupa, deito na minha cama e não escuto nada senão o silêncio...
Será que as vozes na cabeça deles permitem o silêncio?
Nossas vidas quando perturbada pelo menor dos males parece insuportável, porém ela é muito melhor que a de muitos que talvez mereçam mais que nós, porém não podemos trocá-las, portanto se não julgar-se digno da vida que tem, a atitude mais nobre a tomar, é deixa-la.
E é por isso que nas madrugadas em que sinto o meu corpo suar aquecido, pelas telhas abafadas do quarto, vou até a varanda rendendo-me a brisa fresca e contemplo o silêncio que brinda comigo a existência à deriva.
Ela era violentada pelo namorado da mãe, que acusava o avô da menina para proteger o homem que amava...
Ele viu as duas irmãs serem assassinadas e depois terem o corpo incendiado...
Ele é o 6º ou 7º irmão, bom, sei que a mãe mesmo grávida do 8º filho ainda é espancada pelo marido e fugiu para um abrigo carregando as crianças com ela...
Ela é filha de pais separados e ao invés de atenção, ganha presentes de todos os lados para compensar a ausência, a mãe é muito jovem e se porta como irmã, a menina já é fútil e vulgar...
Ele tem surtos de violência, espanca todos a sua volta com crueldade, chegando a pisar nas crianças ao derruba-las, dizem que foi rejeitado pela mãe...
Ele enfiou uma caneta nas costas do outro e disse "não machucou, não saiu sangue"...
Ele e ela são deficientes mentais, todos nós sabemos, mas não podemos fazer nada sem autorização dos responsáveis, e eles já estão na 3ª série, sabe-se lá como...
Parei no farol no caminho da escola, já irritado por ter acordado cedo e mesmo assim estar atrasado, o relógio marcava 7:30 da manhã, o menino veio desde o primeiro carro da fila até o último deixando um saquinho de balas pendurado no retrovisor e dando uma para cada um dos motoristas, balas recheadas com um sorriso e um "bom dia!"
E mesmo assim, nós aqui somos capazes de nos deprimirmos mas, não temos coragem de abdicar da vida.
Reclamamos pelo fim de um relacionamento, pela falta de um relacionamento, pela falta de dinheiro, reclamamos até por estarmos vivos...
As vezes sinto ódio de mim mesmo por ter uma vida tão privilegiada em comparação com a deles, queria poder trocar a minha realidade com a deles, por não achar que eu mereça a que tenho e que eles não merecem a que tem.
Me sinto culpado de não sofrer, por ter sido abandonado pelo meu pai.
Paro para refletir um pouco e penso que toda vez que vou dormir, tiro toda a roupa, deito na minha cama e não escuto nada senão o silêncio...
Será que as vozes na cabeça deles permitem o silêncio?
Nossas vidas quando perturbada pelo menor dos males parece insuportável, porém ela é muito melhor que a de muitos que talvez mereçam mais que nós, porém não podemos trocá-las, portanto se não julgar-se digno da vida que tem, a atitude mais nobre a tomar, é deixa-la.
E é por isso que nas madrugadas em que sinto o meu corpo suar aquecido, pelas telhas abafadas do quarto, vou até a varanda rendendo-me a brisa fresca e contemplo o silêncio que brinda comigo a existência à deriva.
Amor mais belo e justo
O Amor mais belo e mais justo é o Platônico, onde aquele que ama não é egoísta ao ponto de expressar o seu sentimento e transferir assim a responsabilidade para aquele que é amado. Ao declarar-se, aquele que ama condena o outro ao seu amor, fazendo com que lhe reste duas opções: ser o objeto do ego aleio refutando sua própria vontade ou liberdade, para então viver em glória, ou preservar sua própria vontade e carregar sobre suas costas o peso dos malditos. Pode-se chamar assassino aquele que teve deitado em seu colo o destino de um suicida?
Mateus 27:46
Cerca da hora nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactani; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Deus meu, Deus meu, se até Cristo duvidou de seus planos, por que, não posso eu, duvidar de tua existência?
Deus meu, Deus meu, se até Cristo duvidou de seus planos, por que, não posso eu, duvidar de tua existência?
domingo, 1 de novembro de 2009
Erótico
Antes de mais nada, a olho bem nos olhos, corro os braços pelas suas costas e aperto suas costelas e lombar, com firmeza.
Puxo o seu corpo para junto do meu pra que possamos sentir a respiração um do outro, espero mais um instante (O beijo é sempre melhor quando tomado no momento inesperado, frações de segundo fazem a diferença).
A minha língua é sempre a que invade a boca, eu sinto a dela, os dentes, os lábios, o queixo...
O pescoço é uma passarela para o prazer, é usando ele que eu faço o seu corpo se arrepiar, se retorcer, tentar se defender e se entregar, eu ainda vou chegar a nuca, e a beijo deixando os lábios andarem lentamente pressionando a pele, lambendo, raspo com os dentes e roço o queixo áspero da barba mal feita...
Degusto os ombros e a clavícula, os seios eu aperto forte, lambendo os lados, os mamilos mordo até causar dor (não acho que seja a dor que cause prazer, mas sim, a sensação de alívio proporcionada ao fim dela).
Ah a pele fina das costelas parecem ter um gosto diferente, a barriga é coberta por delicados pelos que se arrepiam ao sentir o molhado da língua. Desço!
Ao chegar ao monte de Vênus, contorno o quadril e a ponho de costas pra mim, É como conduzir alguém numa dança. Exploro a lombar com carícias e num único movimento a lambo do coccix até a nuca, e prendo o seu cabelo no alto da cabeça para deixar ao alcance do meu paladar o lóbulo da orelha e poder respirar em seu ouvido...
Aperto as nádegas e as coxas (estimular a parte interna das pernas aumenta a irrigação de sangue nas regiões genitais e potencializa o prazer da mulher),pressiono o meu corpo contra o dela, pra que sinta meu calor em suas costas e a encoxo...
A cubro com meu corpo, mas desço novamente, ainda é cedo. Vou com a boca na virilha e suavemente a beijo e chupo, aquele lugar entre as pernas e as nádegas é delicioso. Enfim o seu sexo, grandes e pequenos lábios, merecem igual atenção. O clitóris é meu objeto de desejo, fricciono somente a ponta da língua de um lado para o outro e depois de baixo para cima, faço pequenos círculos em sua volta até senti-lo crescer em minha boca.
É ai que empurro o ventre para baixo e faço com que ele salte de dentre os pequenos lábios, para então prende-lo com meu lábio superior e fazer da minha língua um gancho e assim, massagear a base, e não saio dali enquanto ela não chegar ao clímax...
Esse foi o primeiro prazer, o próximo passo é penetrar...
A arrasto para perto de mim e afasto suas pernas, sem deixar de beijar seus joelhos e tornozelos...
Deito-me sobre ela, até que minha sombra a cubra inteiramente e solto o peso lentamente, encaixando, colocando aos poucos para depois tirar e logo em seguida enfiar tudo, com violência.
Movo o meu quadril em ritmos alternados, rebolo, coloco só a ponta... Aperto seu corpo, seguro os cabelos da nuca, ao sentir a sua respiração ofegante, a beijo para sufoca-la por alguns instantes...
Vamos da cama, para a mesa, para o guarda-roupas, a ponho deitada de costas, de lado...
Vê-la de quatro só aumenta a sensação de poder, puxo os seus cabelos para trás e faço deles rédeas, o pescoço se estica e facilita a entrada do ar nos pulmões...
Dou-lhe alguns tapas, e xingo (puta, vadia, safada não ofende quando dito com um sorriso nos lábios e um olhar de desejo)...
Eu não permito que me cavalgue antes de lhe proporcionar três ou mais orgasmos, o meu prazer é dar prazer...
Me deito e deixo que ela monte, agora é sua vez de sentir-se no comando. Eu relaxo a acaricio e a encaro, seguro os cabelos da franja em cima da testa, assim vejo e posso bater na sua face...
Coloco as mão em volta do seu pescoço e pressiono devagar, até que lhe falte o ar, solto para liberta-la e logo em seguida repito o gesto (o alívio seguido do enforcamento, quando próximo do orgasmo, o intensifica).
Depois de vê-la gozar perdendo o controle dos gestos, revirando os olhos, jogando os braços para traz, apertando o que estiver ao seu alcance, gritando e com o rosto e o pescoço vermelhos, eu me permito o prazer...
Deito-a ao meu lado e por alguns segundos contemplamos o sabor de nossas carnes na boca um do outro.
"O erotismo é conceder ao corpo os prestígios do espírito" George Perros
"Se há alguma coisa sagrada é o corpo humano" Walt Whitman
"Escondemos o nosso sexo e pomos a vista as mãos que roubam e matam, e a boca que jura em falso" Pietro Aretino
Puxo o seu corpo para junto do meu pra que possamos sentir a respiração um do outro, espero mais um instante (O beijo é sempre melhor quando tomado no momento inesperado, frações de segundo fazem a diferença).
A minha língua é sempre a que invade a boca, eu sinto a dela, os dentes, os lábios, o queixo...
O pescoço é uma passarela para o prazer, é usando ele que eu faço o seu corpo se arrepiar, se retorcer, tentar se defender e se entregar, eu ainda vou chegar a nuca, e a beijo deixando os lábios andarem lentamente pressionando a pele, lambendo, raspo com os dentes e roço o queixo áspero da barba mal feita...
Degusto os ombros e a clavícula, os seios eu aperto forte, lambendo os lados, os mamilos mordo até causar dor (não acho que seja a dor que cause prazer, mas sim, a sensação de alívio proporcionada ao fim dela).
Ah a pele fina das costelas parecem ter um gosto diferente, a barriga é coberta por delicados pelos que se arrepiam ao sentir o molhado da língua. Desço!
Ao chegar ao monte de Vênus, contorno o quadril e a ponho de costas pra mim, É como conduzir alguém numa dança. Exploro a lombar com carícias e num único movimento a lambo do coccix até a nuca, e prendo o seu cabelo no alto da cabeça para deixar ao alcance do meu paladar o lóbulo da orelha e poder respirar em seu ouvido...
Aperto as nádegas e as coxas (estimular a parte interna das pernas aumenta a irrigação de sangue nas regiões genitais e potencializa o prazer da mulher),pressiono o meu corpo contra o dela, pra que sinta meu calor em suas costas e a encoxo...
A cubro com meu corpo, mas desço novamente, ainda é cedo. Vou com a boca na virilha e suavemente a beijo e chupo, aquele lugar entre as pernas e as nádegas é delicioso. Enfim o seu sexo, grandes e pequenos lábios, merecem igual atenção. O clitóris é meu objeto de desejo, fricciono somente a ponta da língua de um lado para o outro e depois de baixo para cima, faço pequenos círculos em sua volta até senti-lo crescer em minha boca.
É ai que empurro o ventre para baixo e faço com que ele salte de dentre os pequenos lábios, para então prende-lo com meu lábio superior e fazer da minha língua um gancho e assim, massagear a base, e não saio dali enquanto ela não chegar ao clímax...
Esse foi o primeiro prazer, o próximo passo é penetrar...
A arrasto para perto de mim e afasto suas pernas, sem deixar de beijar seus joelhos e tornozelos...
Deito-me sobre ela, até que minha sombra a cubra inteiramente e solto o peso lentamente, encaixando, colocando aos poucos para depois tirar e logo em seguida enfiar tudo, com violência.
Movo o meu quadril em ritmos alternados, rebolo, coloco só a ponta... Aperto seu corpo, seguro os cabelos da nuca, ao sentir a sua respiração ofegante, a beijo para sufoca-la por alguns instantes...
Vamos da cama, para a mesa, para o guarda-roupas, a ponho deitada de costas, de lado...
Vê-la de quatro só aumenta a sensação de poder, puxo os seus cabelos para trás e faço deles rédeas, o pescoço se estica e facilita a entrada do ar nos pulmões...
Dou-lhe alguns tapas, e xingo (puta, vadia, safada não ofende quando dito com um sorriso nos lábios e um olhar de desejo)...
Eu não permito que me cavalgue antes de lhe proporcionar três ou mais orgasmos, o meu prazer é dar prazer...
Me deito e deixo que ela monte, agora é sua vez de sentir-se no comando. Eu relaxo a acaricio e a encaro, seguro os cabelos da franja em cima da testa, assim vejo e posso bater na sua face...
Coloco as mão em volta do seu pescoço e pressiono devagar, até que lhe falte o ar, solto para liberta-la e logo em seguida repito o gesto (o alívio seguido do enforcamento, quando próximo do orgasmo, o intensifica).
Depois de vê-la gozar perdendo o controle dos gestos, revirando os olhos, jogando os braços para traz, apertando o que estiver ao seu alcance, gritando e com o rosto e o pescoço vermelhos, eu me permito o prazer...
Deito-a ao meu lado e por alguns segundos contemplamos o sabor de nossas carnes na boca um do outro.
"O erotismo é conceder ao corpo os prestígios do espírito" George Perros
"Se há alguma coisa sagrada é o corpo humano" Walt Whitman
"Escondemos o nosso sexo e pomos a vista as mãos que roubam e matam, e a boca que jura em falso" Pietro Aretino
sábado, 24 de outubro de 2009
Provérbios do ócio
"Ela não é bem o que ele queria, mas é mais do que ele merece" Gabriel
"Da fruta que eu gosto, ela planta semente" Fernando Leite
"Sabe porque boa parte da população é pobre? porque MERECE!" Virgilio Paixão
"O nascimento é um erro que passamos a vida toda tentando corrigir" Michilin
"Ausência de palavras, sobra de pensamentos" Fernando Leite
"Parece um babuino da Malássia" Bih
"Ele é filho do Tiquinho!! Tiquinho??? É Tiquinho de cada um!!!" Bê
"Se eu quisesse mulher santa, eu ia pra igreja" Fernando Leite
"Eu só queria que desse certo" Victor Pagano
"Tenho tanta coisa pra esquecer, que nem me lembro mais" Fernando Leite
"Se ela se amasse mais, me amaria menos" Virgilio Paixão
"Quando estou perto de conseguir alguma coisa, desisto porque já fui longe demais" Fernando Leite
" Se quisesse conversar com alguém, ia ao psicologo" Fernando Leite
"Da fruta que eu gosto, ela planta semente" Fernando Leite
"Sabe porque boa parte da população é pobre? porque MERECE!" Virgilio Paixão
"O nascimento é um erro que passamos a vida toda tentando corrigir" Michilin
"Ausência de palavras, sobra de pensamentos" Fernando Leite
"Parece um babuino da Malássia" Bih
"Ele é filho do Tiquinho!! Tiquinho??? É Tiquinho de cada um!!!" Bê
"Se eu quisesse mulher santa, eu ia pra igreja" Fernando Leite
"Eu só queria que desse certo" Victor Pagano
"Tenho tanta coisa pra esquecer, que nem me lembro mais" Fernando Leite
"Se ela se amasse mais, me amaria menos" Virgilio Paixão
"Quando estou perto de conseguir alguma coisa, desisto porque já fui longe demais" Fernando Leite
" Se quisesse conversar com alguém, ia ao psicologo" Fernando Leite
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Santa Virgem Zinha
Hoje nos deixou Zinha, é Zinha! O apelido no diminutivo só reflete quanta ternura havia em seu ser.
Ela que dedicou a vida toda a ajudar aos outros, chegou a ao fim ainda sorrindo, com uma inocência peculiar, algo tão raro, tão precioso era o sorriso despretensioso de Zinha.
Zinha que era ironizada pelos irmãos, por ser virgem como santa e nunca ter sequer beijado os lábios de um homem. Verdade que nunca se casou, nem deixou filhos, mas, quem é capaz de contar quantas pessoas Zinha amou?
Havia em seu corpo a força e as marcas de mulher trabalhadora, havia em suas palavras a sabedoria que só o tempo dá e fé, havia no seu olhar a determinação de quem sabe o valor das coisas e o quão difícil é conquista-las.
E havia em Zinha um jeito de criança saboreando a vida, aproveitando cada dia, um após o outro como quem acaba de nascer.
Mesmo quando o corpo não lhe permitia ao menos se erguer, estampava-se em seu rosto a satisfação ao receber um carinho, ao poder abrir os olhos, ao embarcar num pensamento distante e só voltar quando bem entender...
Em sua vida a Santa Virgem Zinha realizou um único milagre, amou a vida e ao próximo como só os santos podem amar: com pureza!
www.paixaoarttattoo.com.br
Ela que dedicou a vida toda a ajudar aos outros, chegou a ao fim ainda sorrindo, com uma inocência peculiar, algo tão raro, tão precioso era o sorriso despretensioso de Zinha.
Zinha que era ironizada pelos irmãos, por ser virgem como santa e nunca ter sequer beijado os lábios de um homem. Verdade que nunca se casou, nem deixou filhos, mas, quem é capaz de contar quantas pessoas Zinha amou?
Havia em seu corpo a força e as marcas de mulher trabalhadora, havia em suas palavras a sabedoria que só o tempo dá e fé, havia no seu olhar a determinação de quem sabe o valor das coisas e o quão difícil é conquista-las.
E havia em Zinha um jeito de criança saboreando a vida, aproveitando cada dia, um após o outro como quem acaba de nascer.
Mesmo quando o corpo não lhe permitia ao menos se erguer, estampava-se em seu rosto a satisfação ao receber um carinho, ao poder abrir os olhos, ao embarcar num pensamento distante e só voltar quando bem entender...
Em sua vida a Santa Virgem Zinha realizou um único milagre, amou a vida e ao próximo como só os santos podem amar: com pureza!
www.paixaoarttattoo.com.br
quinta-feira, 30 de julho de 2009
No país das maravilhas
Sexta-feira a noite, ao meu lado dois parceiros de aventuras, companheiros de longa data que aos poucos começaram a fazer cada vez mais parte da minha vida, e que hoje tenho a enorme satisfação em chamar de amigos...
Lá, muitos gatos pardos, moviam-se como se buscassem algo, a música poliglota embalava nossos corpos, e a sarcástica luz revela aleatoriamente, faces em meio a escuridão.
Na primeira metade, flutuava, calmo e contente. Meus sentidos proporcionaram uma realidade mais saborosa...
Na segunda, voava, parecia não pertencer mais aquele lugar, numa outra dimensão tudo era sabor, tudo era amor e paz, no país das maravilhas a felicidade é um comprimido!!!
Lá, muitos gatos pardos, moviam-se como se buscassem algo, a música poliglota embalava nossos corpos, e a sarcástica luz revela aleatoriamente, faces em meio a escuridão.
Na primeira metade, flutuava, calmo e contente. Meus sentidos proporcionaram uma realidade mais saborosa...
Na segunda, voava, parecia não pertencer mais aquele lugar, numa outra dimensão tudo era sabor, tudo era amor e paz, no país das maravilhas a felicidade é um comprimido!!!
domingo, 12 de julho de 2009
Parábola dos porcos espinhos. part 1
Ela?
Saia comigo mas gostava daquele cara, enquanto estavamos juntos volta e meia citava seu nome, e eu só queria estar ali.
Hoje traiu o marido com aquele cara, e me ligou com uma carência nostálgica na voz...
Ela?
Sempre foi o que é, só eu não via, ainda hoje ela emerge meio aos meus pensamentos, guardei só as lembranças boas...
Ela, apesar de tudo que tivemos juntos que são as coisas mais importantes de nossas vidas, as vezes me trata como se eu fosse o descuidado vigilante da caixa de Pândora e tivesse libertado todos os males da terra, e me faz sentir odiado por ter sido amado...
Ela?
Mesmo que eu falasse a verdade e a indicasse o caminho certo, inúmeras vezes se sentiu ofendida.
Eu não sei se ela percebeu, mas a vida mostrou que eu estava certo e ela aprendeu com um amor maior.
Ela?
Sofreu quando tivemos que nos separar, injustamente eu tive uma recompensa imensurável, enquanto ela que não merecia, ficou com sonho a menos pelo caminho...
Ela e eu?
Até hoje ninguém soube...
Ela e eu?
Não rolou química...
Elas e eu?
Tantas histórias...
Elas e eu?
Elas são as mais honestas das mulheres, declaradamente querem apenas o seu dinheiro, enquanto as outras ou o enganam para tê-lo, ou querem ainda mais: A sua alma.
Ela e eu?
Foi perfeito, mas não era o que eu queria, quando disse que me amava, pediu que eu mentisse...
Ela?
Um dia vai seguir a sua vida, ela não vai se contentar pra sempre com o pouco que eu tenho pra lhe dar, quando disse que me amava, sabiamente, pediu que eu calasse.
Saia comigo mas gostava daquele cara, enquanto estavamos juntos volta e meia citava seu nome, e eu só queria estar ali.
Hoje traiu o marido com aquele cara, e me ligou com uma carência nostálgica na voz...
Ela?
Sempre foi o que é, só eu não via, ainda hoje ela emerge meio aos meus pensamentos, guardei só as lembranças boas...
Ela, apesar de tudo que tivemos juntos que são as coisas mais importantes de nossas vidas, as vezes me trata como se eu fosse o descuidado vigilante da caixa de Pândora e tivesse libertado todos os males da terra, e me faz sentir odiado por ter sido amado...
Ela?
Mesmo que eu falasse a verdade e a indicasse o caminho certo, inúmeras vezes se sentiu ofendida.
Eu não sei se ela percebeu, mas a vida mostrou que eu estava certo e ela aprendeu com um amor maior.
Ela?
Sofreu quando tivemos que nos separar, injustamente eu tive uma recompensa imensurável, enquanto ela que não merecia, ficou com sonho a menos pelo caminho...
Ela e eu?
Até hoje ninguém soube...
Ela e eu?
Não rolou química...
Elas e eu?
Tantas histórias...
Elas e eu?
Elas são as mais honestas das mulheres, declaradamente querem apenas o seu dinheiro, enquanto as outras ou o enganam para tê-lo, ou querem ainda mais: A sua alma.
Ela e eu?
Foi perfeito, mas não era o que eu queria, quando disse que me amava, pediu que eu mentisse...
Ela?
Um dia vai seguir a sua vida, ela não vai se contentar pra sempre com o pouco que eu tenho pra lhe dar, quando disse que me amava, sabiamente, pediu que eu calasse.
Parábola dos porcos espinhos. part 2
Um dia de inverno glacial, os porcos espinhos de um rebanho apinharam-se a fim de se protegerem contra o frio pelo calor recíproco, salvando-se assim do congelamento.
Porém, dolorosamente encomodados pelos espinhos, eles não tardaram em voltar a se afastar uns dos outros.
Obrigados a reaproximarem-se por causa do frio persistente, sentiram novamente a ação desagradável dos espinhos; estas alternâncias de aproximação e afastamento duraram até que eles encontraram uma distância conveniente onde puderam melhor tolerar os males.
(Arthur Shoppenhauer)
Porém, dolorosamente encomodados pelos espinhos, eles não tardaram em voltar a se afastar uns dos outros.
Obrigados a reaproximarem-se por causa do frio persistente, sentiram novamente a ação desagradável dos espinhos; estas alternâncias de aproximação e afastamento duraram até que eles encontraram uma distância conveniente onde puderam melhor tolerar os males.
(Arthur Shoppenhauer)
Parábola dos porcos espinhos. part 3
Aquela hora da noite eu já estava mais que bêbado e a encontrei.
Linda é pouco, um corpo escultural, resultado de horas de academia, tinha olhos azuis e cabelos negros, entre 1,65m a 1,70m de altura, e apenas dezenove...
E eu disse "é você que eu quero", ela me disse o nome e eu pensei "talvez eu não seja páreo pra ela físicamente, mas vamos ver o que tem aí dentro, no jogo da conquista com certeza eu tenho mais chance de ganhar. Me concede essa dança?" por algumas horas, como quem joga um partida ganha eu tentei ultrapassar suas defesas, alternando frases de efeito com outras ousadas, ouvindo mais do que falando e mostrando, como quem ensina matemática, que era muito lógico o meu interesse, e tudo seria simples, porque assim é a vida e todas as coisas. Enfim, consegui.
Vi nos seus olhos um misto de esperança e um pedido de "não faça isso comigo", a desconfiança indo embora e se abrindo a minha frente uma chance de acertar um alvo totalmente desprotegido.
Controlei o impulso, viciado que nega outra dose, recuei, não era certo... eu queria, podia, mas, não devia.
O número de telefone dela, marcado com seu lápis de olho no meu dólar da sorte, eu guardo como uma medalha da noite em que eu recolhi os meus espinhos!
Linda é pouco, um corpo escultural, resultado de horas de academia, tinha olhos azuis e cabelos negros, entre 1,65m a 1,70m de altura, e apenas dezenove...
E eu disse "é você que eu quero", ela me disse o nome e eu pensei "talvez eu não seja páreo pra ela físicamente, mas vamos ver o que tem aí dentro, no jogo da conquista com certeza eu tenho mais chance de ganhar. Me concede essa dança?" por algumas horas, como quem joga um partida ganha eu tentei ultrapassar suas defesas, alternando frases de efeito com outras ousadas, ouvindo mais do que falando e mostrando, como quem ensina matemática, que era muito lógico o meu interesse, e tudo seria simples, porque assim é a vida e todas as coisas. Enfim, consegui.
Vi nos seus olhos um misto de esperança e um pedido de "não faça isso comigo", a desconfiança indo embora e se abrindo a minha frente uma chance de acertar um alvo totalmente desprotegido.
Controlei o impulso, viciado que nega outra dose, recuei, não era certo... eu queria, podia, mas, não devia.
O número de telefone dela, marcado com seu lápis de olho no meu dólar da sorte, eu guardo como uma medalha da noite em que eu recolhi os meus espinhos!
Parábola dos porcos espinhos. part. final
Eu tento aprender a distância certa... não vou morrer de frio, mas não quero espetar mais ninguém.
No começo vai ser difícil, todos temos que nos mover, e acidentalmente acabamos esbarrando em alguém.
Porém, dois fatores me levam a crer que vou conseguir:
1º É o que eu acredito, o que eu acho certo;
2º O meu dólar da sorte prova que eu posso ser maior que minhas vontades.
No começo vai ser difícil, todos temos que nos mover, e acidentalmente acabamos esbarrando em alguém.
Porém, dois fatores me levam a crer que vou conseguir:
1º É o que eu acredito, o que eu acho certo;
2º O meu dólar da sorte prova que eu posso ser maior que minhas vontades.
Cheio e vazio
Pior que ter o peito vazio, é ter o saco cheio.
Não é necessário encher o peito para esvaziar o saco, e nem esvaziar o saco para encher o peito.
Não é necessário encher o peito para esvaziar o saco, e nem esvaziar o saco para encher o peito.
Vazio
Penso que, a sensação de vazio pode ser a falta de algo, porém também pode ser a presença de um espaço interior ainda pouco explorado.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Me deixou...
Na noite anterior, um anjo amado por ela e que a amava também visitou seus sonhos e mostrou-lhe como algumas coisas podem ser tristes e bonitas simultaneamnte. Ele disse que ao seu lado teve os melhores momentos de sua vida, e por isso estava assim como um garoto da terra do nunca...
De manhã ela foi embora como se nada tivesse acontecido, dissimulada, despediu-se brevemente, não citou algum encontro futuro. E assim agil como a mulher maravilhosa que é, desistiu.
Quando falo em desistência tenho um apreço pelo conceito por trás da palavra, pois quando persistimos todos estão ao nosso lado, incentivando, empurrando, principalmente os nossos sentidos dizendo pra prosseguirmos, tentarmos mais uma vez, e outra, e outra e pra sempre... É preciso ter coragem para desistir, muito mais do que para seguir em frente, porque é isso que esperam de nós é isso que esperamos de nós mesmos... quando desistimos ficamos sozinhos com a nossa dor.
E assim ela me deixou, talvez por não acreditar mais, me deixou. Talvez por cansaço, me deixou. Talvez por respeito a si mesma ou por nós dois, me deixou. Talvez como a maior prova de amor...
E ao me deixar, deixou em mim as marcas de quem é capaz de amar como ninguém e a impressão de que mesmo sem eu ter percebido podem ter ficado para trás os melhores momentos de minha vida.
Sem alarde, sem conflito, sem mágoa, de um jeito tão bonito e tão triste... Foi assim que a imensa e infinita mulher, a quem eu chamo de minha pequenininha, me deixou!
De manhã ela foi embora como se nada tivesse acontecido, dissimulada, despediu-se brevemente, não citou algum encontro futuro. E assim agil como a mulher maravilhosa que é, desistiu.
Quando falo em desistência tenho um apreço pelo conceito por trás da palavra, pois quando persistimos todos estão ao nosso lado, incentivando, empurrando, principalmente os nossos sentidos dizendo pra prosseguirmos, tentarmos mais uma vez, e outra, e outra e pra sempre... É preciso ter coragem para desistir, muito mais do que para seguir em frente, porque é isso que esperam de nós é isso que esperamos de nós mesmos... quando desistimos ficamos sozinhos com a nossa dor.
E assim ela me deixou, talvez por não acreditar mais, me deixou. Talvez por cansaço, me deixou. Talvez por respeito a si mesma ou por nós dois, me deixou. Talvez como a maior prova de amor...
E ao me deixar, deixou em mim as marcas de quem é capaz de amar como ninguém e a impressão de que mesmo sem eu ter percebido podem ter ficado para trás os melhores momentos de minha vida.
Sem alarde, sem conflito, sem mágoa, de um jeito tão bonito e tão triste... Foi assim que a imensa e infinita mulher, a quem eu chamo de minha pequenininha, me deixou!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Culpa
Então eu digo: "não sou eu, eu não sirvo pra você" ou então, "não está certo, você merece alguém que realmente goste de você" e acho que estou sendo o mais sincero possível, e tento acreditar que, se alguém faz algo ciente das consequências, é por que realmente quer pagar o preço.
Mas, eu me deparo com a sensação de culpa, remorso e até mesmo tristeza, e me questiono se, o fato de não conseguir negar não é tão condenável quanto o de mentir, enganar ou usar.
Se não concordo, porque atendo o telefone? estou sempre a disposição? nunca nego?
e sempre cedo?
O prazer de saciar um desejo do corpo ou da alma do outro, é único, mas, o que seria das drogas se elas tivessem consciência?
Mas, eu me deparo com a sensação de culpa, remorso e até mesmo tristeza, e me questiono se, o fato de não conseguir negar não é tão condenável quanto o de mentir, enganar ou usar.
Se não concordo, porque atendo o telefone? estou sempre a disposição? nunca nego?
e sempre cedo?
O prazer de saciar um desejo do corpo ou da alma do outro, é único, mas, o que seria das drogas se elas tivessem consciência?
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Tudo que um homem quer ser para uma mulher.
Meu Eu em Você
Victor e Leo
Composição: Victor Chaves
Eu sou o brilho dos teus olhos ao me olhar
Sou o teu sorriso ao ganhar um beijo meu
Eu sou teu corpo inteiro a se arrepiar
Quando em meus braços você se acolheu
Eu sou o teu segredo mais oculto
Teu desejo mais profundo, o teu querer
Tua fome de prazer sem disfarçar
Sou a fonte de alegria, sou o teu sonhar
Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia
Sou o teu luar em plena luz do dia
Sou tua pele, proteção, sou o teu calor
Eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor
Eu sou tua saudade reprimida
Sou o teu sangrar ao ver minha partida
Sou o teu peito a apelar, gritar de dor
Ao se ver ainda mais distante do meu amor
Sou teu ego, tua alma
Sou teu céu, o teu inferno a tua calma
Eu sou teu tudo, sou teu nada
Minha pequena, és minha amada
Eu sou o teu mundo, sou teu poder
Sou tua vida, sou meu eu em você
Victor e Leo
Composição: Victor Chaves
Eu sou o brilho dos teus olhos ao me olhar
Sou o teu sorriso ao ganhar um beijo meu
Eu sou teu corpo inteiro a se arrepiar
Quando em meus braços você se acolheu
Eu sou o teu segredo mais oculto
Teu desejo mais profundo, o teu querer
Tua fome de prazer sem disfarçar
Sou a fonte de alegria, sou o teu sonhar
Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia
Sou o teu luar em plena luz do dia
Sou tua pele, proteção, sou o teu calor
Eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor
Eu sou tua saudade reprimida
Sou o teu sangrar ao ver minha partida
Sou o teu peito a apelar, gritar de dor
Ao se ver ainda mais distante do meu amor
Sou teu ego, tua alma
Sou teu céu, o teu inferno a tua calma
Eu sou teu tudo, sou teu nada
Minha pequena, és minha amada
Eu sou o teu mundo, sou teu poder
Sou tua vida, sou meu eu em você
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Procurando Ismael.
Trecho de um filme.
Hassan:
Contam em meu país que Alá disse ao vento do sul, que ele criaria o cavalo árabe.
"Assim seja" disse o vento.
Prendeu uma parte do sopro e lançou às crinas do cavalo, para que nunca esquecesse de onde vinha.
Mas acontece que era tão veloz e tão ardiloso que ninguém podia montá-lo, e teve que ser Ismael, o primeiro fiel que conseguiu domesticar um deles, a quem chamou Kuhaylan, antílope negro.
Creio que você é mais difícil de domesticar que esse primeiro cavalo.
Nem sequer sei que nome te pôr.
Valerie:
Está me chamando de selvagem?
Hassan:
Sim!
Hassan:
Contam em meu país que Alá disse ao vento do sul, que ele criaria o cavalo árabe.
"Assim seja" disse o vento.
Prendeu uma parte do sopro e lançou às crinas do cavalo, para que nunca esquecesse de onde vinha.
Mas acontece que era tão veloz e tão ardiloso que ninguém podia montá-lo, e teve que ser Ismael, o primeiro fiel que conseguiu domesticar um deles, a quem chamou Kuhaylan, antílope negro.
Creio que você é mais difícil de domesticar que esse primeiro cavalo.
Nem sequer sei que nome te pôr.
Valerie:
Está me chamando de selvagem?
Hassan:
Sim!
Jeito estranho de amar
Existem algumas mulheres que quanto mais amam seus maridos, mais arrumam brigas com eles. É verdade! Conheci uma assim: "Pois é, eu te amo muito, e é por amor que te faço sofrer, para que você saiba que te amo". Você sabe que por amor se pode fazer alguém sofrer de propósito? as mulheres são as que mais fazem isso. E ainda ficam pensando: "Em compensação, depois vou amá-lo tanto, vou lhe dar tanto carinho, que não faz mal torturá-lo um pouco agora".
Notas do subsolo.
Dostoiévski
Notas do subsolo.
Dostoiévski
domingo, 10 de maio de 2009
Mesa branca.
Parece uma fileira de pedras de dominó, eu ponho uma pedra atrás da outra com o maior cuidado, de repente a mão esbarra, o vento bate, a mesa treme e então tudo que foi feito até então desaba.
O tempo passa eu tento superar a frustração e ainda com a mão tremula começo denovo, e logo vem outra queda.
Depois da terceira ou quarta tentativa a fileira que consigo é cada vez mais curta,o motivo pela qual ela cai, é cada vez mais banal, perco a paciência, e ao ver as pedras deitadas sobre mesa penso: Se são feitas para jogar, por que insisto? porque não uso Lego? ou simplesmente, aprecio a imensidão da mesa branca?
O tempo passa eu tento superar a frustração e ainda com a mão tremula começo denovo, e logo vem outra queda.
Depois da terceira ou quarta tentativa a fileira que consigo é cada vez mais curta,o motivo pela qual ela cai, é cada vez mais banal, perco a paciência, e ao ver as pedras deitadas sobre mesa penso: Se são feitas para jogar, por que insisto? porque não uso Lego? ou simplesmente, aprecio a imensidão da mesa branca?
sábado, 9 de maio de 2009
Pensar vícia...
Pensar demais é como usar drogas, causa vários efeitos colaterais, mas a sensação é tão boa...
Livre árbitrio
Se todos temos livre árbitrio, porém, não solicitamos por tê-lo, mas o carregamos ainda que a contra gosto, de quem é a responsabilidade das escolhas que fazemos, nossa ou de quem nos deu livre árbitrio?
Ninguém é de ninguém...
Dizer "ter todo mundo é não ter ninguém" não é nada genial. "Ter" alguém é a mesma coisa, porque na verdade ninguém "tem" ninguém, e muitos perdem a si próprios!
Ciúme!
A idéia de não sentir ciúmes me assusta. Para ser frio é preciso ter algum sentimento: ódio, mágoa, repulsa...
Mas, e para ser indiferente?
Mas, e para ser indiferente?
De vez em quando troque...
Um copo de vodka, por um de leite...
Uma balada, por um bom livro...
Uma compania, pelo seu edredon...
Uma noite de sexo, por uma de sono, ou insônia, mas sozinho.
Aproveite a si mesmo!
Uma balada, por um bom livro...
Uma compania, pelo seu edredon...
Uma noite de sexo, por uma de sono, ou insônia, mas sozinho.
Aproveite a si mesmo!
Tarde Feliz!
Felicidade é soprar bolhas de sabão para o ar e ver um anjo, gargalhando e girando como quem caça borboletas, com os braços erguidos esperando cada uma delas cair para estourar...
Fazer bolhas de coxinha, risólis, bolinho de queijo e outros sabores, bolhas pequenas, bolhas mães, bolhas filhas, bolhas com fadinhas dentro, que escapam quando a bolha explode...
Olhar o arco-íris em cada uma das bolhas formado pela luz do sol que invade a janela...
Virar criança também e dançar ao som de uma música qualquer enquanto está parado no transito, vendo no retrovisor uma criaturinha linda sacudir o corpo como se não tivesse ossos...
Ouvir “eu te amo” de alguém que não tem noção, nem nunca terá do quanto é amada...
Vê-la dormir, apaixonar-se e viajar no mais forte alucinógeno que a vida dá... O Amor!
Fazer bolhas de coxinha, risólis, bolinho de queijo e outros sabores, bolhas pequenas, bolhas mães, bolhas filhas, bolhas com fadinhas dentro, que escapam quando a bolha explode...
Olhar o arco-íris em cada uma das bolhas formado pela luz do sol que invade a janela...
Virar criança também e dançar ao som de uma música qualquer enquanto está parado no transito, vendo no retrovisor uma criaturinha linda sacudir o corpo como se não tivesse ossos...
Ouvir “eu te amo” de alguém que não tem noção, nem nunca terá do quanto é amada...
Vê-la dormir, apaixonar-se e viajar no mais forte alucinógeno que a vida dá... O Amor!
Pai da Julia
No meio da noite ela acordou...eu acho que no segundo buuuááááá! eu levantei, corri pra ver o que era, ela já estava de pé, com uma mão na grade do berço, e a outra estendida como se procurasse alguém. Peguei-a no colo, e ela deitou a cabeça no meu ombro.
Como é rotina fiz a verificação de ...fralda, ok... meias,ok...Frio, não as mãozinhas estão quentes...fome, a mamadeira vazia em cima da mesa, e a barriguinha cheia me lembram, que ela mamou antes de dormir. Bom, deve ter sido um incomodo passageiro, nada que cinco minutos de balanço e um pouquinho daquele zumbido assim...shshshshsuuuu!! que faço com a boca e dá sono até em mim, não resolvam.
Passei os minutinhos andando pela casa sem pensar em nada... bati o olho no espelho do corredor, e vi no rostinho virado: ela estava dormindo, UFA!!!! vou para o quarto fazendo passos de valsa, e louco pra voltar pra cama, faço uma baliza do lado do berço, a coloco no colchão como se fosse um cristal, dou um cheirinho na sua testa e saio devagar, pisando em ovos, mas, ao chegar perto da porta escuto um...PAPAI!? Dou meia-volta bufando e mais uma vez...COLO!!!!
Repito a verificação e volto a balançar de um lado para o outro do apartamento, a essa altura meus pés deslcaços, já começam a ficar gelados, e a bermuda velha não impede o frio no resto do corpo, a dor na coluna, eu já até acostumei, os braços formigam, por que 10kg depois de meia-hora parecem 1000kg, aí eu penso: " mas, o que será que essa menina quer?", o tempo vai correndo e eu me distraio olhando pela janela de vidro que dá vista para o metrô, então reparo como as luzes da cidade a noite, parecem o céu estrelado refletido no chão, e a luz do poste na calçada, invade a sala, banhando nossos corpos, fazendo eles se destacarem em meio ao breu, nesse momento, o frio, o cansaço e o sono deram lugar a uma satisfação tão grande, que dá vontade de te-la em meus braços por todo o sempre. Um estalo toma frente dos meus devaneios, agora, ali pendurada no meu pescoço e com a boca aberta, por já estar entregue ao sono profundo, eu sei o que ela queria..." ela queria, ficar mais um pouquinho comigo, e só comigo..."
Tem gente que diz "Deus é amor" pra mim O amor...é Deus!
Eu sou o Pai... da Julia!
Como é rotina fiz a verificação de ...fralda, ok... meias,ok...Frio, não as mãozinhas estão quentes...fome, a mamadeira vazia em cima da mesa, e a barriguinha cheia me lembram, que ela mamou antes de dormir. Bom, deve ter sido um incomodo passageiro, nada que cinco minutos de balanço e um pouquinho daquele zumbido assim...shshshshsuuuu!! que faço com a boca e dá sono até em mim, não resolvam.
Passei os minutinhos andando pela casa sem pensar em nada... bati o olho no espelho do corredor, e vi no rostinho virado: ela estava dormindo, UFA!!!! vou para o quarto fazendo passos de valsa, e louco pra voltar pra cama, faço uma baliza do lado do berço, a coloco no colchão como se fosse um cristal, dou um cheirinho na sua testa e saio devagar, pisando em ovos, mas, ao chegar perto da porta escuto um...PAPAI!? Dou meia-volta bufando e mais uma vez...COLO!!!!
Repito a verificação e volto a balançar de um lado para o outro do apartamento, a essa altura meus pés deslcaços, já começam a ficar gelados, e a bermuda velha não impede o frio no resto do corpo, a dor na coluna, eu já até acostumei, os braços formigam, por que 10kg depois de meia-hora parecem 1000kg, aí eu penso: " mas, o que será que essa menina quer?", o tempo vai correndo e eu me distraio olhando pela janela de vidro que dá vista para o metrô, então reparo como as luzes da cidade a noite, parecem o céu estrelado refletido no chão, e a luz do poste na calçada, invade a sala, banhando nossos corpos, fazendo eles se destacarem em meio ao breu, nesse momento, o frio, o cansaço e o sono deram lugar a uma satisfação tão grande, que dá vontade de te-la em meus braços por todo o sempre. Um estalo toma frente dos meus devaneios, agora, ali pendurada no meu pescoço e com a boca aberta, por já estar entregue ao sono profundo, eu sei o que ela queria..." ela queria, ficar mais um pouquinho comigo, e só comigo..."
Tem gente que diz "Deus é amor" pra mim O amor...é Deus!
Eu sou o Pai... da Julia!
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